Instituto Alana e Ashoka lançam publicação sobre importância da empatia na educação

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O Programa Escolas Transformadoras, correalizado pela Ashoka e o Instituto Alana, desenvolveu a publicação “A importância da empatia na educação”. O material reúne nove artigos de profissionais envolvidos com o tema como psicoterapeutas, educadores, coordenadores pedagógicos, psiquiatras, entre outros.

A publicação é fruto de um encontro que aconteceu em maio deste ano na capital paulista com a finalidade de construir coletivamente um entendimento sobre a importância da empatia como valor e competência que deve ser cultivada na escola e nos demais espaços de convivência.

A assessora pedagógica da área de Educação e Cultura da Infância do Instituto Alana, Raquel Franzim, explica que a empatia é um valor humano, assim como tantos outros, como respeito e tolerância.

“Para nós, do Programa Escolas Transformadoras, a empatia pode sim ser aprendida. Não apenas no ambiente familiar e social, como também no escolar. Ela se aprende nas relações e interações sociais com o diferente, com o diverso. Ou seja, alargando os horizontes sociais, culturais e político dos estudantes”, comenta Raquel.

Construção coletiva

A roda de conversa que deu origem à publicação faz parte de um movimento global que se preocupa com a formação integral das pessoas e considera relevante trabalhar habilidades socioemocionais no ambiente escolar. A discussão contou com a participação de lideranças das Escolas Transformadoras do Brasil, empreendedores sociais, jornalistas e acadêmicos de diferentes áreas.

A pluralidade de perfis envolvidos também é refletida no conteúdo da publicação. “O objetivo é ‘aquecer’ a conversa não apenas com educadores e escolas, mas com a sociedade de um modo geral. Para tanto, os artigos foram escritos também com a missão de serem acessíveis à qualquer leitor interessado no tema”, observa Raquel.

A receptividade do material no universo educacional tem se mostrado positiva, pois existem poucos materiais no Brasil que tratam do tema com tamanha diversidade de vozes e entendimentos sobre o conceito.

Em breve, a publicação terá também versões em inglês e espanhol. Elas estarão disponíveis no site do Programa Escolas Transformadoras, ampliando a discussão para além do ambiente nacional.

Lançado no Brasil em setembro de 2015, o programa Escolas Transformadoras conta atualmente com 15 escolas. No mundo, a iniciativa existe desde 2009. Ela está presente em 28 países, contando com uma rede formada por mais de 250 escolas.

Via GIFE News

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valberluciop

Graduando em Ciências Contábeis , produtor e gestor Cultural

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